segunda, 15 de abril, 2024

Criptomoedas

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Brasileiros investem R$ 14,5 milhões em fundos de criptomoedas na última semana

Aportes globais totalizam US$ 97,91 bilhões

terça, 02 de abril, 2024 - 16:40

Redação MyCryptoChannel

Investidores brasileiros continuam injetando capital em fundos de criptomoedas, mas o ritmo de crescimento está diminuindo. Na última semana, os aportes totalizaram R$ 14,5 milhões, elevando o montante acumulado no país para R$ 4,7 bilhões. Globalmente, o total sob gestão (AuM) atingiu US$ 97,91 bilhões, segundo dados da CoinShares. 

Embora o Brasil tenha liderado os investimentos globais na semana anterior, com R$ 44,5 milhões, o volume de negociações diárias caiu 36% em comparação com o pico de três semanas atrás. Esse movimento pode indicar um esfriamento do mercado em relação às expectativas iniciais, de acordo com a CoinShares. 

Os Estados Unidos foram os principais responsáveis pelas entradas líquidas na última semana, com US$ 897 milhões. A Austrália também registrou entradas líquidas de US$ 1,5 milhão, enquanto outros países somaram US$ 9 milhões. Já Canadá, Suíça, Alemanha e Suécia registraram saídas líquidas em volumes de US$ 20,3 milhões, US$ 15,6 milhões, US$ 10,5 milhões e US$ 2,4 milhões, respectivamente. 

Em relação às criptomoedas, o Bitcoin (BTC) manteve a liderança geral ao responder por US$ 865 milhões em entradas líquidas. As altcoins registraram entradas líquidas acumuladas de US$ 18,3 milhões. Já a Solana (SOL) lidera o ranking em US$ 6,1 milhões e Ethereum (ETH), por outro lado, recuou em US$ 18,9 milhões. 

Bitcoin

Tether (USDT) compra mais Bitcoin (BTC) e aumenta suas reservas para 75.354 BTC

Empresa se torna sétimo maior detentor de BTC do mundo com compra de US$ 618 milhões

segunda, 01 de abril, 2024 - 14:11

Redação MyCryptoChannel

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A Tether, empresa responsável pela stablecoin USDT, comprou 8.888 Bitcoins (BTC) no domingo (31), elevando suas reservas totais para 75.354 BTC. A aquisição foi no valor de US$ 618 milhões por cada ativo saindo em média por US$ 69,5 mil.  

Com a compra, a Tether se torna o sétimo maior detentor de Bitcoin do mundo, de acordo com dados do Bitinfocharts. A empresa vem aumentando suas reservas de Bitcoin de forma exponencial nos últimos meses, em um movimento que acompanha o crescente interesse institucional na criptomoeda. 

O preço médio de compra dos Bitcoins da Tether é de US$ 30.305, o que significa que a empresa está com um lucro não realizado de mais de 128%, ou US$ 2,94 bilhões. Esse lucro é resultado da valorização do Bitcoin nos últimos meses, que atingiu um novo recorde histórico acima de US$ 69 mil em março. 

A Tether disse que investe 15% de seu lucro líquido em Bitcoin para diversificar os ativos que garantem a estabilidade do USDT. A compra da Tether também pode estar relacionada ao halving do Bitcoin, que está previsto para acontecer em 19 dias. 

 

Mineração

Giga Energy expande operações de mineração de Bitcoin para Argentina

Mineradora utilizará gás natural desperdiçado nos campos de petróleo

quarta, 27 de março, 2024 - 14:13

Redação MyCryptoChannel

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A mineradora de Bitcoin (BTC) Giga Energy, do Texas, anunciou a expansão das suas operações para a Argentina. A empresa utilizará gás natural desperdiçado da queima de gás natural nos campos de petróleo da nação sul-americana para alimentar seus rigs de mineração. 

O co-fundador da Giga, Brent Whitehead,  disse que a expansão é um "marco significativo" para a empresa. Ele destacou que a iniciativa não apenas amplia a presença da Giga, mas também se alinha com a visão da empresa de mitigar a queima de gás natural em todo o mundo. 

“Estamos entusiasmados com as oportunidades que este novo capítulo trará e esperamos causar um impacto positivo na Argentina”, afirmou Whitehead em um post no Linkedin na terça-feira (27).  

A queima de gás é a prática de queimar o gás natural associado à extração de petróleo. O processo libera metano, um gás de efeito estufa potente. A Giga captura esse metano e o converte em eletricidade para alimentar seus rigs de mineração de Bitcoin. 

O local de mineração da Giga na Argentina está em fase de teste desde dezembro. Localizado na província de Mendoza, o local já minerou entre US$ 200 mil e US$ 250 mil em Bitcoin. A empresa espera escalar completamente a operação após a importação de todo o equipamento necessário.