quinta, 22 de fevereiro, 2024

Criptomoedas

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Como proteger seus investimentos em criptomoedas contra golpes e fraudes?

Especialista em consultoria blockchain e criptomoedas alerta sobre como evitar os perigos ao investir no mundo online

sexta, 07 de abril, 2023 - 16:00

Redação MyCryptoChannel

É notável que o mercado de criptomoedas cresceu aceleradamente no Brasil nos últimos anos e investe em diferentes setores, como esporte, lazer, cultura e até mesmo educação. O país movimentou cerca de US$ 140 bilhões em criptomoedas entre julho de 2021 e junho de 2022, segundo a plataforma Chainaysis. Pode-se perceber o grande potencial da tecnologia blockchain para os negócios e as empresas que vêm se tornando cada vez mais pertencentes à web3, a nova era da internet.

Com o avanço do setor, o interesse em investir no mercado também se multiplicou. “Aos entusiastas do mercado financeiro, é válido ressaltar a importância de estarem atentos às aplicações. Por mais que as criptomoedas sejam uma forma atraente de investimento, é importante ter cautela e estar bem informado antes de investir. Alguns investidores caíram em armadilhas por não se informarem adequadamente ou não tomarem as medidas básicas de segurança”, comenta Paulo Fernando Braga, CEO da Omega Investimentos, casa de investimentos em cripto e wealth tech especializada em consultoria de ativos digitais, blockchain e criptomoedas.

Investidores inexperientes estão mais sujeitos aos golpes e fraudes, mas os mais experientes também precisam estar atentos. Um levantamento da Soldius Labs apontou que, em 2022, foram realizados 15 golpes por hora envolvendo criptoativos e, com isso, entre janeiro e novembro, hackers roubaram cerca de US$ 4,3 bilhões em moedas digitais.

Braga ressalta: “Fica claro que a segurança é uma preocupação constante no mercado de criptomoedas, por isso, torna-se essencial que os investidores tomem medidas para estarem protegidos ao máximo”.

SEC

Bancos dos EUA pressionam SEC para redefinir criptoativos e participar do mercado

Grupo de instituições financeiras encaminham carta para Gary Gensler pedindo a mudança do Boletim de Conformidade da Equipe 121

sexta, 16 de fevereiro, 2024 - 14:00

Redação MyCryptoChannel

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Grandes bancos e instituições financeiras dos Estados Unidos estão pressionando a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) a ajustar sua definição de criptoativos para permitir que eles assumam um papel mais significativo no mercado de ativos digitais. 

Em uma carta enviada ao presidente da SEC, Gary Gensler na quarta-feira (14) uma coalizão de grupos do setor bancário pede que a Comissão reconsidere a definição de criptoativos no Boletim de Conformidade da Equipe 121 (SAB 121) para excluir ativos tradicionais registrados na blockchain. 

A reivindicação visa permitir que os bancos atuem como custodiantes dos fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin à vista recentemente aprovados pela SEC. A orientação atual exige que os bancos mantenham criptoativos em seus balanços patrimoniais, o que torna a custódia em larga escala dispendiosa e complexa. 

A carta destaca os "vários avanços relevantes" desde a emissão do SAB 121 em março de 2022, incluindo a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista. Segundo o diretor de investimentos da Bitwise, Matt Hougan, a carta sugere essa mudança demonstra um "tom em torno da regulamentação das criptomoedas em Washington" que se torna mais receptivo. 

A iniciativa dos bancos é vista como um sinal claro de seu interesse em participar da "onda de finanças digitais". O analista de ETFs da Bloomberg, Eric Balchunas, resume que “os bancos dos EUA, deixados de fora dos principais papéis relativos aos ETFs de bitcoin, estão pressionando a SEC para ajustar a orientação sobre a custódia de ativos digitais". 

 

Criptomoedas

Brasileiros mantém cautela com renda fixa, mas se arriscam em outros investimentos no início de 2024

Levantamento da Yubb aponta os dez ativos mais procurados em janeiro pelos investidores do Brasil

quinta, 15 de fevereiro, 2024 - 15:05

Redação MyCryptoChannel

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Apesar da Selic em 11,25% ao ano, a renda fixa ainda reina entre os investimentos preferidos dos brasileiros, de acordo com levantamento da plataforma Yubb. CDBs e títulos do Tesouro Direto lideram o ranking, mas os fundos multimercados e as criptomoedas despontam como opções atrativas para o Brasil.  

Em janeiro, a renda fixa se consolidou como a preferência nacional, com destaque para Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) e títulos do Tesouro Direto. No entanto, a pesquisa revela uma crescente disposição para investimentos de perfil mais arrojado. Os fundos multimercados, que combinam ativos de risco e conservadores, inclusive criptomoedas, subiram da quinta para a terceira colocação entre dezembro e janeiro.  

Essa ascensão pode ser explicada, em parte, pela crescente participação de criptomoedas nos portfólios desses fundos. Dados do provedor de software de impostos CoinLedge indicam que os investidores de criptomoedas obtiveram lucros médios de US$ 887 em 2023. 

Completando o Top 10 dos ativos mais procurados em janeiro, encontramos Letras de Câmbio (LCs) e Recibos de Depósito Bancário (RDBs) na sétima posição, após caírem da quarta colocação no final de 2023. Fundos Imobiliários (FIIs) e debêntures mantiveram suas posições na nona e décima posição, respectivamente, entre os ativos mais desejados pelos investidores no início de 2024.