De acordo com a Bloomberg, mesmo após 19 meses da proibição de transações com criptomoedas na China, há sinais de que os cidadãos continuam comprando e vendendo ativos digitais. Segundo dados que foram revelados após o processo de recuperação judicial da FTX apontaram que 8% dos usuários eram chineses.
Apesar dos esforços das corretoras em bloquear endereços de protocolos chineses, o uso de redes privadas virtuais (VPNs) permitem contornar essas tentativas, possibilitando que os usuários ocultem suas localizações.
Essa persistência no uso de criptomoedas no país apresenta um desafio contínuo para o controle das autoridades chinesas sobre o mercado digital.



