sexta, 12 de julho, 2024

Criptomoedas

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Membro do Conselho de Supervisão do BCE afirmou que empresas de criptomoedas precisam de mais regras

Elizabeth McCaul publicou em seu blog que "grandes empresas globais de criptomoedas precisam de regras mais rígidas e cooperação regulatória internacional mais ampla"  

quarta, 05 de abril, 2023 - 12:50

Redação MyCryptoChannel

Elizabeth McCaul, membro do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), publicou nessa quarta-feira, 5, que “grandes empresas globais de criptomoedas precisam de regras mais rígidas e cooperação regulatória internacional mais ampla”.

 
McCaul é responsável pela supervisão de bancos no BCE, a execultiva afirmou que as tentativas recentes de regulamentação não abordariam totalmente o problema de estruturas internacionais complexas ou empresas do "ecossistema" que afirmam não ter sede.
"Como podemos supervisionar empresas que não têm fronteiras físicas? Precisamos pensar mais em como imaginar a coordenação internacional e como ela pode ser eficaz na regulamentação do mundo cripto", disse McCaul


A executiva também citou precedentes do setor bancário, em que grupos consolidados são governados por "colégios" de supervisores internacionais onde os reguladores se referem às jurisdições estrangeiras consideradas equivalentes.


"Nenhuma jurisdição deve permitir que entidades executem seus negócios sem divulgar seu status legal e quem é responsável pelo negócio. Até mesmo empresas que afirmam não ter sede, como a Binance, precisam ser 'supervisionáveis'", acrescentou. 


Embora entidades menores possam permanecer sob a MiCA, que deve ser finalizada pelo Parlamento Europeu em algumas semanas, McCaul disse que os principais provedores de criptomoedas precisariam de um regime separado com requisitos mais rigorosos e supervisão aprimorada.
 

Criptomoedas

Conta de Doja Cat é hackeada para promover token baseado em Solana (SOL)

Artista alertou fãs sobre o incidente em seu perfil do Instagram

terça, 09 de julho, 2024 - 11:22

Redação MyCryptoChannel

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A conta no X, antigo Twitter, da cantora e rapper americana Amala Zandile Dlamini, conhecida profissionalmente como Doja Cat, parece ter sido hackeada para promover um token baseado em Solana com o símbolo DOJA. A artista alertou seus fãs sobre o incidente em sua conta do Instagram, que tem 24 milhões de seguidores. 

Na segunda-feira (8) à noite, a conta no Twitter de Doja Cat, que possui 5,6 milhões de seguidores, publicou uma série de mensagens para promover o token Doja. Essas mensagens, que muitos acreditam serem de hackers, incentivavam os usuários a comprarem o token.  

Um dos posts dizia "Continue comprando DOJA", enquanto outro citava um post da rapper Iggy Azalea sobre criptomoedas e memecoins, chamando DOJA de "a verdadeira rainha de Solana". 

Em resposta à postagem do hacker, Azalea disse: "Fiquem durões se quiserem, mas eu sou legal com essa garota na vida real, então vocês se ferraram com esse tweet, hackers." 

O token Doja Cat atingiu uma capitalização de mercado de US$ 500 mil logo após seu lançamento. Porém, depois caiu, chegando a US$ 22 mil. A rapper, que foi hackeada e já se envolveu em diversas polêmicas, escreveu em seu instagram: “Meu Twitter foi hackeado. Essas mensagens não são minhas” 

 

Criptomoedas

Coreia do Sul implementa sistema de vigilância 24 horas em criptomoedas

Novo sistema monitora transações em bolsas locais a partir de 19 de julho

quinta, 04 de julho, 2024 - 17:14

Redação MyCryptoChannel

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Com o objetivo de combater atividades ilegais no mercado de criptomoedas, o Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul (FSS) anunciou a implementação de um sistema de vigilância 24 horas em parceria com exchanges locais.  

A medida serve para detectar e prevenir transações fraudulentas, protegendo os investidores e promovendo um ambiente de negociação mais seguro. 

O novo sistema, que entrará em operação em 19 de julho, coincidentemente com a entrada em vigor da primeira estrutura regulatória de criptomoedas da Coreia do Sul, foi desenvolvido com base em um formato de relatório padronizado para envios de dados de transações de exchanges locais.  

Através deste formato, o FSS construiu um sistema capaz de identificar e separar transações irregulares do restante. 

"Comparamos os critérios da KRX (Bolsa de Valores da Coreia) na extração de transações anormais e preparamos modelos e indicadores métricos por meio de várias simulações, que esperamos que filtrem transações anormais meticulosamente", disse o FSS. 

As principais exchanges da Coreia do Sul, responsáveis por 99,9% das negociações de criptomoedas no país, já implementaram o sistema de monitoramento com base nos critérios mais recentes do FSS. 

O FSS também orientou as exchanges a formarem equipes dedicadas para monitorar transações suspeitas e forneceu diretrizes sobre como detectar ilegalidades nas transações identificadas. Entre os métodos de investigação, estão a análise de informações de auditoria, como dados on-chain. 

A Lei de Proteção ao Usuário de Ativos Virtuais, que entra em vigor em 19 de julho, representa a primeira lei de criptomoedas da Coreia do Sul. Ela visa combater atos ilícitos no mercado, como insider trading, manipulação de preços e transações fraudulentas. 

Além disso, a lei exige que os provedores de serviços de criptomoedas protejam mais de 80% dos depósitos em armazenamento a frio para garantir a segurança dos fundos dos usuários e se inscrevam em programas de seguro para compensá-los em caso de violações de segurança.