O Brasil é o país com o sexto maior número de proprietários de criptomoedas no mundo e o primeiro da América Latina, de acordo com um estudo global realizado no início de fevereiro pela CoinJournal.
Cerca de 7% da população brasileira tem posse de algum tipo de criptoativo, atrás apenas dos Estados Unidos no continente americano. Os números mostram enorme potencial do país nas finanças digitais, e foi de olho no leque de oportunidades desse cenário que nasceu, em 2018, a Omega Investimentos, casa de investimentos em digital assets.
A empresa, com produtos próprios e produtos e dos maiores fundos em criptomoedas do Brasil e do mundo, pertence a uma subcategoria de fintechs, as wealthtechs (ou invest-techs, como são conhecidas aqui), que são as organizações ligadas ao mercado de investimentos e gestão de ativos digitais. As startups no mercado que fazem uso da tecnologia e pertencem à web3 abrangem os players de toda cadeia de investimentos.
Os cariocas Paulo Fernando Braga e João Vitor Eloy, fundadores da Omega e entusiastas do setor de tecnologia, finanças e do mundo cripto, já eram parceiros antes mesmo de a empresa existir.
“Apostamos em um cenário inédito no Brasil e estamos colhendo bons frutos. O aumento da conscientização global sobre o universo das criptomoedas e a acessibilidade a uma ampla variedade de criptoativos fomentam esse cenário”, comenta Paulo, sócio-fundador e CEO da Omega Investimentos.



