quinta, 22 de fevereiro, 2024

Phishing

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Phishing com tema de criptomoeda aumenta 40% em um ano, alerta Kaspersky

Apesar dos problemas que esses ativos passaram nos últimos meses, algumas pessoas buscam enriquecimento fácil; educação do investidor é chave para combater problema

sexta, 21 de abril, 2023 - 16:00

Redação MyCryptoChannel

Os sistemas antiphishing da Kaspersky bloquearam, em 2022, cinco milhões de mensagens fraudulentas que usavam como disfarce o tema de criptomoeda, um aumento de 40% em comparação com o ano anterior. Por outro lado, houve uma queda na detecção de ameaças financeiras tradicionais, como malware financeiro direcionado a bancos. Essas constatações fazem parte do último relatório sobre ameaças financeiras da empresa.

No último ano, as mensagens fraudulentas (phishing) usando temas de criptomoeda aumentaram 40% em relação ao ano anterior. Foram 5.040.520 de bloqueios em 2022 contra 3.596.437 em 2021. Esse aumento poderia ser parcialmente explicado pelo caos ocorrido no mercado de criptomoedas no ano passado.

Ainda não está claro se essa tendência permanecerá, isso dependerá da confiança das pessoas com as criptomoedas. Os dados do relatório estão correlacionados com a experiência dos usuários com relação às ameaças online. No início do ano, uma pesquisa da Kaspersky mostrou que um em cada sete pessoas entrevistadas foi vítima de phishing relacionado a criptomoeda.

Muitos grupos que atuavam nessa área mudaram para operar ataques de ransomware, pois estes se tornaram muito lucrativo. Mas é importante destacar que, no Brasil, mais de 90% dos malware criados no país têm foco financeiro e eles não mudaram esse objetivo. A única “mudança” que que as criptomoedas e carteiras digitais foram adicionadas como alvos desses golpes financeiros já fazem parte do dia a dia do brasileiro”, avalia Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

SEC

Bancos dos EUA pressionam SEC para redefinir criptoativos e participar do mercado

Grupo de instituições financeiras encaminham carta para Gary Gensler pedindo a mudança do Boletim de Conformidade da Equipe 121

sexta, 16 de fevereiro, 2024 - 14:00

Redação MyCryptoChannel

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Grandes bancos e instituições financeiras dos Estados Unidos estão pressionando a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) a ajustar sua definição de criptoativos para permitir que eles assumam um papel mais significativo no mercado de ativos digitais. 

Em uma carta enviada ao presidente da SEC, Gary Gensler na quarta-feira (14) uma coalizão de grupos do setor bancário pede que a Comissão reconsidere a definição de criptoativos no Boletim de Conformidade da Equipe 121 (SAB 121) para excluir ativos tradicionais registrados na blockchain. 

A reivindicação visa permitir que os bancos atuem como custodiantes dos fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin à vista recentemente aprovados pela SEC. A orientação atual exige que os bancos mantenham criptoativos em seus balanços patrimoniais, o que torna a custódia em larga escala dispendiosa e complexa. 

A carta destaca os "vários avanços relevantes" desde a emissão do SAB 121 em março de 2022, incluindo a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista. Segundo o diretor de investimentos da Bitwise, Matt Hougan, a carta sugere essa mudança demonstra um "tom em torno da regulamentação das criptomoedas em Washington" que se torna mais receptivo. 

A iniciativa dos bancos é vista como um sinal claro de seu interesse em participar da "onda de finanças digitais". O analista de ETFs da Bloomberg, Eric Balchunas, resume que “os bancos dos EUA, deixados de fora dos principais papéis relativos aos ETFs de bitcoin, estão pressionando a SEC para ajustar a orientação sobre a custódia de ativos digitais". 

 

Criptomoedas

Brasileiros mantém cautela com renda fixa, mas se arriscam em outros investimentos no início de 2024

Levantamento da Yubb aponta os dez ativos mais procurados em janeiro pelos investidores do Brasil

quinta, 15 de fevereiro, 2024 - 15:05

Redação MyCryptoChannel

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Apesar da Selic em 11,25% ao ano, a renda fixa ainda reina entre os investimentos preferidos dos brasileiros, de acordo com levantamento da plataforma Yubb. CDBs e títulos do Tesouro Direto lideram o ranking, mas os fundos multimercados e as criptomoedas despontam como opções atrativas para o Brasil.  

Em janeiro, a renda fixa se consolidou como a preferência nacional, com destaque para Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) e títulos do Tesouro Direto. No entanto, a pesquisa revela uma crescente disposição para investimentos de perfil mais arrojado. Os fundos multimercados, que combinam ativos de risco e conservadores, inclusive criptomoedas, subiram da quinta para a terceira colocação entre dezembro e janeiro.  

Essa ascensão pode ser explicada, em parte, pela crescente participação de criptomoedas nos portfólios desses fundos. Dados do provedor de software de impostos CoinLedge indicam que os investidores de criptomoedas obtiveram lucros médios de US$ 887 em 2023. 

Completando o Top 10 dos ativos mais procurados em janeiro, encontramos Letras de Câmbio (LCs) e Recibos de Depósito Bancário (RDBs) na sétima posição, após caírem da quarta colocação no final de 2023. Fundos Imobiliários (FIIs) e debêntures mantiveram suas posições na nona e décima posição, respectivamente, entre os ativos mais desejados pelos investidores no início de 2024.