domingo, 14 de abril, 2024

Cibercrimes

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Popó diz que prisão de donos da Braiscompany foi "melhor presente de 2024"

Casal foi preso na Argentina na quinta-feira (29)

sexta, 01 de março, 2024 - 15:45

Redação MyCryptoChannel

O tetracampeão mundial de boxe, Acelino "Popó" Freitas, celebrou a prisão dos donos da Braiscompany, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos, na Argentina na quinta-feira (29). "Melhor presente de 2024", escreveu Popó, que revelou ter perdido R$ 1,2 milhão na pirâmide financeira. 

Foragidos desde fevereiro, o casal foi capturado pela Interpol e pela Polícia Federal Argentina em um condomínio de luxo em Escobar. Ais e Fabrícia viviam sob identidades falsas, tentando escapar da condenação de quase 90 e 60 anos de prisão, respectivamente, por crimes como operar instituição financeira ilegalmente, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. 

A Interpol cercou o casal após semanas de investigação. Autoridades seguiram pistas deixadas em compras e identificaram, por meio de um drone, a van utilizada por Ais. Na noite de quinta-feira, a dupla foi cercada e presa, com Ais tentando, sem sucesso, empreender fuga. 

Imagens divulgadas pela imprensa argentina mostram o ex-líder da Braiscompany irreconhecível, com o cabelo curto e o semblante abatido. Na argentina, Ais utilizava a identidade falsa de João Felipe Costa. 

A Braiscompany prometia rendimentos irreais através de investimentos em criptomoedas, mas na realidade se configurava como uma pirâmide financeira. Em dezembro de 2022, o esquema colapsou, deixando vítimas e dívidas milionárias. 

 

Criptomoedas

Gustavo Scarpa cobra resolução de caso milionário contra Willian Bigode: "já passou da hora"

Processo envolvendo suposto golpe em criptomoedas se arrasta desde 2023 e envolve outros jogadores

terça, 09 de abril, 2024 - 16:34

Redação MyCryptoChannel

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O jogador Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, voltou a cobrar uma resolução para o processo que move contra Willian Bigode, do Santos, em decorrência de um suposto golpe envolvendo investimentos em criptomoedas. O caso, que corre na 10ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, envolve outros jogadores, como Mayke, além de perdas milionários. 

"Poderia estar resolvido, já passou da hora. É um caso muito simples, está claro no processo a responsabilidade do Willian", disse Scarpa ao Estadão. O jogador, que retornou recentemente da Europa, pretende acompanhar o processo no Brasil.  

"Tive que vir ao Brasil para provar tudo o que aconteceu, com áudios e prints. Está claro no processo. Espero que a Justiça acelere”, destacou. “Quero recuperar essa grana, tomara que dê certo".  

Scarpa e Bigode eram amigos e companheiros de equipe no Palmeiras quando o jogador do Santos apresentou a ele a empresa WLJC Gestão Financeira, que prometia retornos de 3,5% a 5% ao mês em investimentos em criptomoedas. Scarpa investiu R$ 6 milhões na empresa, enquanto Mayke aplicou R$ 4,5 milhões. 

Na época, ele se defendeu dizendo que também foi vítima do golpe e que teria perdido cerca de R$ 16 milhões. Mas ele foi apontado como um dos proprietários do negócio fraudulento.  

Em abril de 2023, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de R$ 7,8 milhões das contas bancárias de Bigode e de suas sócias na WLJC. A reportagem do Fantástico da TV Globo também expôs outros supostos envolvidos no esquema, como Gabriel Nascimento, Jean Ribeiro e Marçal Siqueira. 

Cibercrimes

Supremo Tribunal de Montenegro suspende extradição de Do Kwon

Decisão final sobre extradição cabe ao ministro da Justiça

sexta, 05 de abril, 2024 - 15:42

Redação MyCryptoChannel

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O Supremo Tribunal de Montenegro suspendeu a extradição de Do Kwon, cofundador da Terraform Labs, para os Estados Unidos ou Coreia do Sul. A decisão anula uma determinação anterior dos tribunais inferiores e determina que a decisão final sobre o caso cabe ao ministro da Justiça do país. 

Kwon, que enfrenta acusações criminais em ambos os países, foi preso em Montenegro em março de 2023 por usar um passaporte falso. Desde então, sua extradição vem sendo objeto de disputa entre os EUA e a Coreia do Sul. 

Em um comunicado à imprensa nesta sexta-feira (5), o Supremo Tribunal de Montenegro afirmou que a lei exige que a decisão final sobre a extradição seja tomada pelo ministro da Justiça, e não pelo tribunal. Essa decisão ocorre após uma série de reversões judiciais e recursos do ex-executivo da Terraform Labs. 

Kwon e seus advogados preferem que ele seja extraditado para a Coreia do Sul, onde a pena máxima para crimes financeiros varia entre 30 e 40 anos. Nos EUA, a pena pode ser mais severa.