domingo, 14 de abril, 2024

Cibercrimes

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Primeira semana de 2024 é marcada por ataques a protocolos DeFi

Três ataques bem-sucedidos a protocolos DeFi em cinco dias totalizam percas de quase US$ 90 milhões

sexta, 05 de janeiro, 2024 - 10:50

Redação MyCryptoChannel

A primeira semana de 2024 foi marcada por uma série de ataques ao setor de finanças descentralizadas (DeFi), que deixaram usuários e especialistas preocupados com a segurança do espaço. 

 

 

O primeiro ataque ocorreu durante o ano novo, quando hackers invadiram a carteira de múltiplas assinaturas do protocolo Orbit Chain, uma ponte cruzada que permite a transferência de ativos entre diferentes blockchains. Os invasores levaram US$ 80 milhões em criptomoedas, incluindo Ethereum (ETH), USDC (USDC) e Tether USDt (USDT). 

 

 

Dois dias depois (1º) o mercado monetário cross-chain Radiant Capital foi alvo de um ataque relâmpago de empréstimo. Um hacker manipulou o índice de liquidez de um mercado nativo de USDC recém-criado no Arbitrum para desviar rapidamente criptoativos do protocolo. 

 

 

Isso levou a pausas nas atividades de empréstimo e empréstimo por meio da Radiant. O ataque fez com que a Radiant perdesse cerca de US$ 4,5 milhões. A equipe disse que está tomando medidas desde que a invasão aconteceu.

 

 

Na quinta-feira (4), a plataforma de gerenciamento de liquidez Gamma Strategies sofreu um ataque que resultou na perda de cerca de US$ 3,4 milhões. O invasor explorou os mecanismos de contabilidade da Gamma para cunhar tokens de provedores de liquidez em excesso.  

 

 

Isso permitiu que o invasor retirasse ilegalmente mais de 1.300 ETH. Em resposta ao ataque, a Gamma fechou os depósitos em cofres públicos. 

Criptomoedas

Gustavo Scarpa cobra resolução de caso milionário contra Willian Bigode: "já passou da hora"

Processo envolvendo suposto golpe em criptomoedas se arrasta desde 2023 e envolve outros jogadores

terça, 09 de abril, 2024 - 16:34

Redação MyCryptoChannel

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O jogador Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, voltou a cobrar uma resolução para o processo que move contra Willian Bigode, do Santos, em decorrência de um suposto golpe envolvendo investimentos em criptomoedas. O caso, que corre na 10ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, envolve outros jogadores, como Mayke, além de perdas milionários. 

"Poderia estar resolvido, já passou da hora. É um caso muito simples, está claro no processo a responsabilidade do Willian", disse Scarpa ao Estadão. O jogador, que retornou recentemente da Europa, pretende acompanhar o processo no Brasil.  

"Tive que vir ao Brasil para provar tudo o que aconteceu, com áudios e prints. Está claro no processo. Espero que a Justiça acelere”, destacou. “Quero recuperar essa grana, tomara que dê certo".  

Scarpa e Bigode eram amigos e companheiros de equipe no Palmeiras quando o jogador do Santos apresentou a ele a empresa WLJC Gestão Financeira, que prometia retornos de 3,5% a 5% ao mês em investimentos em criptomoedas. Scarpa investiu R$ 6 milhões na empresa, enquanto Mayke aplicou R$ 4,5 milhões. 

Na época, ele se defendeu dizendo que também foi vítima do golpe e que teria perdido cerca de R$ 16 milhões. Mas ele foi apontado como um dos proprietários do negócio fraudulento.  

Em abril de 2023, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de R$ 7,8 milhões das contas bancárias de Bigode e de suas sócias na WLJC. A reportagem do Fantástico da TV Globo também expôs outros supostos envolvidos no esquema, como Gabriel Nascimento, Jean Ribeiro e Marçal Siqueira. 

Cibercrimes

Supremo Tribunal de Montenegro suspende extradição de Do Kwon

Decisão final sobre extradição cabe ao ministro da Justiça

sexta, 05 de abril, 2024 - 15:42

Redação MyCryptoChannel

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O Supremo Tribunal de Montenegro suspendeu a extradição de Do Kwon, cofundador da Terraform Labs, para os Estados Unidos ou Coreia do Sul. A decisão anula uma determinação anterior dos tribunais inferiores e determina que a decisão final sobre o caso cabe ao ministro da Justiça do país. 

Kwon, que enfrenta acusações criminais em ambos os países, foi preso em Montenegro em março de 2023 por usar um passaporte falso. Desde então, sua extradição vem sendo objeto de disputa entre os EUA e a Coreia do Sul. 

Em um comunicado à imprensa nesta sexta-feira (5), o Supremo Tribunal de Montenegro afirmou que a lei exige que a decisão final sobre a extradição seja tomada pelo ministro da Justiça, e não pelo tribunal. Essa decisão ocorre após uma série de reversões judiciais e recursos do ex-executivo da Terraform Labs. 

Kwon e seus advogados preferem que ele seja extraditado para a Coreia do Sul, onde a pena máxima para crimes financeiros varia entre 30 e 40 anos. Nos EUA, a pena pode ser mais severa.