sábado, 29 de novembro, 2025

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CPI das Pirâmides Financeiras: entenda como investigações podem influenciar no setor de criptomoedas

Henrique Lisboa, sócio do VBSO Advogados, explica sobre processo e o que é necessário para área no Brasil

terça, 08 de agosto, 2023 - 12:08

Ana Beatriz Rodrigues

A CPI das Pirâmides Financeiras foi instalada na Câmara dos Deputados em junho de 2023 e procura investigar para evitar crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio do mercado de criptomoedas. As atividades da CPI retornam nesta terça-feira (8) e convoca 156 pessoas para depor, incluindo representantes de empresas do setor e até influenciadores. Essas investigações vão trazer algumas mudanças, mas de que forma o setor das criptomedas pode ser impactado com a CPI

O presidente da CPI, o deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) afirmou que a comissão "não tem intenção de sufocar o desenvolvimento do mercado de criptoativos". Para ele, o objetivo é exatamente o contrário, "procurando fomentar um ambiente seguro e saudável, onde o potencial das criptomoedas possa ser explorado ao mesmo tempo que protegemos os investidores e evitamos que criminosos se beneficiem das oportunidades oferecidas pelo setor.”

Com a intenção de investigar 11 empresas suspeitas de terem realizados fraudes com moeda digital, a CPI terá 120 dias para discutir o tema por audiências públicas, além de quebra de sigilos e análise de documentos.  Segundo Henrique Lisboa, sócio do VBSO Advogados, que golpes do tipo não são novidade no Brasil e em 2013, o Ministério Público investigou empresas ligadas à criação de pirâmides financeiras com marketing multinível.

Para Lisboa, a estratégia mudou  “e dessa vez eles se apropriaram de um termo em voga que são os criptoativos, principalmente, o Bitcoin, que é o ativo mais conhecido e negociado no Brasil.”

O que aconteceu até aqui?

Em um mês de investigações, a CPI já ouviu diversas pessoas, como o Faraó do Bitcoin e o Sheik das Criptomoedas, além disso, convocou 156 pessoas para prestar depoimento. Entre os convidados, temos Ronaldinho Gaúcho, como suspeita de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas na empresa “18K Ronaldinho”; Henrique Shibutani, representante da XP; Cristina Junqueira, Cofundadora do Nubank e Davi Maciel de Oliveira, suspeito de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas envolvendo a empresa ZERO10 – Gensa Serviços Digitais S/A (GENBIT).

Os atores Tatá Werneck e Cauã Reymond, além do apresentador Marcelo Tas, também foram convocados para prestar depoimento, pois fizeram propaganda para a Atlas Quantum, esquema de pirâmide de cripto que usava um falso robô.

Para influenciadores, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou um estudo sobre uma possível regulamentação dos influenciadores e participantes do mercado de valores mobiliários. Segundo a pesquisa B3, cerca de 75% das pessoas iniciaram seus investimentos com base em informações de canais do YouTube e influenciadores. 

Como fugir de furadas?

O sócio da  VBSO Advogados afirmou que nesses casos é necessária uma educação sobre o mercado de criptoativos para toda população. “Acho que a população de forma geral precisa tomar consciência de que ao se deparar com promessas de rendimentos fixos ou promessas de rendimento fixos muito acima do que o mercado financeiro tradicional paga, normalmente é uma situação ilícita ou enganosa.”

Em casos como o da CPI, em que pessoas são influenciadas a investir em sistemas de fraude, Lisboa alerta para saber de quem receberemos essas informações. Para ele, se não há “registro da CVM, não tem registro do Banco Central, é uma empresa desconhecida, recém aberta” pode ser que seja uma atividade ilícita. Além de ser necessário analisar a ligação das pessoas com o mercado financeiro tradicional. 

Mesmo com essa situação e uma insegurança da população em relação ao mercado de criptomoedas com essas investigações, Henrique Lisboa acredita que nos últimos anos os ativos digitais já ganharam uma maior credibilidade e que isso pode melhorar. “ Então, acho que de fato com o tempo, com o senso comum,  vai ficar muito claro que são ativos, obviamente com os seus riscos inerentes que precisam ser estudados, mas são ativos lícitos.”, completou. 

Apesar de não haver uma resposta clara de como a CPI das Pirâmides Financeiras pode mudar o mundo das criptomoedas no Brasil, o sócio da VBSO Advogados comenta que é “a educação que vai fazer com que a população consiga distinguir o que é sério e do que é apenas um verniz em cima de um eventual golpe.”

Criptomoedas

Sinal verde para as memecoins: WLFI de Trump dispara e reacende o apetite por risco no mercado

WLFI de Trump dispara e MaxiDoge vira destaque entre memecoins

quarta, 26 de novembro, 2025 - 13:14

Redação MyCryptoChannel

WLFI ligada a Donald Trump dispara em meio à volatilidade e reacende o interesse por memecoins

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O cenário cripto entrou novamente no modo montanha-russa. Enquanto os principais ativos patinam e investidores operam no modo defensivo, uma moeda ligada diretamente ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, surpreende e dispara em plena queda de mercado: a World Liberty Financial (WLFI).

Com uma valorização de 30% nos últimos dias, queima de tokens milionária e apoio implícito de uma das figuras mais polarizadoras do planeta, a WLFI está dominando manchetes. Mas será que isso é realmente uma oportunidade de multiplicação — ou apenas mais uma jogada de curto prazo alimentada por hype político?

Quem realmente entende o jogo sabe: os verdadeiros campeões de lucro não são os que gritam nas manchetes, mas os que entregam resultado de verdade. E é justamente aí que o MaxiDoge entra em cena — uma memecoin explosiva que já superou US$ 4,2 milhões arrecadados e desponta como o próximo grande fenômeno do mercado. A promessa? Repetir o impacto do Dogecoin em 2021 — só que ainda mais rápido, maior e turbinado para a nova geração de investidores.

Vamos aos fatos.

WLFI desafia o mercado em queda — mas por quanto tempo?

Nos últimos dias, a WLFI rompeu o padrão do mercado e subiu com força, mesmo em meio a um mar vermelho no gráfico da maioria das altcoins. O motivo?

  • Queima de 166 milhões de tokens — o equivalente a US$ 22 milhões, removendo oferta e gerando pressão de compra.
  • Um investidor anônimo retirou 47 milhões de WLFI da Binance — um clássico sinal de que baleias estão acumulando.
  • Aumento de 57% na posse de WLFI por grandes carteiras desde outubro.

Esse tipo de movimento cria sim um ambiente favorável para altas rápidas. Mas como todo rali motivado por narrativa política, o risco está no timing. Esses gatilhos tendem a ser passageiros — e quando o capital especulativo sai, o preço afunda junto.

É por isso que muitos investidores já estão migrando o foco para projetos com narrativa forte, mas fundamentos reais. E é aqui que o MaxiDoge começa a dominar as rodas de conversa mais sérias da criptoesfera.

MaxiDoge: a memecoin que não brinca em serviço

 

Enquanto a WLFI depende de hype político e movimentos pontuais de curto prazo, o MaxiDoge cresce com consistência — e com um modelo que mira multiplicações reais desde a pré-venda.

A arrecadação já ultrapassou US$ 4,2 milhões, com o token ainda sendo vendido a US$ 0,00027. E o tempo está correndo: o próximo aumento de preço acontece em menos de 48 horas.

Além disso, o staking já está disponível com APY estimado de 73% ao ano, o que incentiva a retenção e reduz a pressão de venda. A cada nova entrada, o supply circulante diminui — e o potencial de valorização aumenta.

A proposta é clara: uma memecoin voltada para o público “degen”, com branding ousado, marketing agressivo e uma comunidade engajada que já está puxando o movimento.

Principais vantagens do MaxiDoge

  • Preço inicial ridiculamente baixo: US$ 0,00027 — ideal para quem busca entrar antes do frenesi.
  • Pré-venda em reta final: mais de US$ 4,2 milhões arrecadados, com o teto de US$ 4,5M se aproximando.
  • Staking com alto retorno: rendimento estimado em 73% ao ano, já ativo na plataforma.
  • Marketing pesado garantido: 40% do orçamento destinado a campanhas, influencers e expansão viral.
  • Comunidade em crescimento acelerado: forte presença no Telegram e X (Twitter), com alto engajamento orgânico.

Esse não é um projeto que espera validação do mercado. É o tipo de cripto que entrega primeiro — e deixa os outros correrem atrás.

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Últimas horas para entrar na pré-venda do MaxiDoge — e garantir tokens antes da alta

Enquanto o mercado ainda debate se a WLFI é sustentável ou só mais uma onda de curto prazo, o MaxiDoge está entregando tração real, com staking ativo, arrecadação crescente e preço ainda em zona de multiplicação.

E aqui está o ponto mais importante:
Quem entra agora garante tokens a US$ 0,00027 — mas esse preço sobe automaticamente em menos de 48 horas.

Se você perdeu o boom do Dogecoin ou da Shiba Inu, essa pode ser a sua revanche. Mas como sempre no mundo cripto: quem hesita, paga mais caro.

WLFI nas manchetes, MaxiDoge nas carteiras — quem está fazendo o movimento certo?

A WLFI pode até dominar os holofotes por enquanto, mas quem realmente entende de novas criptomoedas para investir já percebeu onde está o movimento com maior tração.

O MaxiDoge está entregando produto, comunidade e estratégia — tudo ao mesmo tempo. Enquanto a narrativa política se desgasta, memecoins com base forte continuam acumulando holders e crescendo fase após fase.

Quem busca memecoins que vão explodir em 2025, precisa olhar além das manchetes. MaxiDoge está na fase exata onde os multiplicadores acontecem — e quando o preço subir na próxima rodada, não adianta olhar para trás.O momento de agir é agora.

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Este texto não é um conselho de investimento, é uma tentativa de manter os entusiastas de criptomoedas cientes dos desenvolvimentos recentes. Quem optar por investir em algum ativo mencionado em qualquer texto o faz por sua conta e risco.

Criptomoedas

O crash cripto acabou? Probabilidade de corte de juros em dezembro muda o jogo

MaxiDoge e PepeNode disparam com alta do Bitcoin e juros em queda

terça, 25 de novembro, 2025 - 08:59

Redação MyCryptoChannel

Mercado em queda enquanto Bitcoin, Ethereum e o dólar reagem à sinalização do Fed sobre corte de juros

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A maré virou — e não é força de expressão. Na sexta-feira, 21 de novembro de 2025, o mercado financeiro foi sacudido por um dado crucial: as chances de um corte de juros nos Estados Unidos já chegam a 70%, segundo projeções da CME FedWatch. Apenas um dia antes, essa probabilidade era de 39%. O motivo? Um discurso contundente do presidente do Fed de Nova York, John Williams, sinalizando apoio claro à flexibilização monetária ainda este ano.

Esse movimento não é apenas técnico. É o tipo de virada que muda completamente o jogo para ativos de risco — e, claro, para o universo cripto.

Basta ver o reflexo imediato: o preço do Bitcoin, que havia recuado até US$80.500, reagiu com força e retomou a zona dos US$87 mil, ultrapassando novamente a média móvel simples de 100 semanas. Um movimento que reacende o fôlego comprador e sugere que o pior já passou.

A pergunta agora não é mais se o crash cripto acabou — mas sim: quem vai estar posicionado antes da retomada total?

>>> Investir em oportunidades promisssoras <<<

Corte de juros em dezembro pode iniciar um novo bull market

Se você acompanha o mercado, sabe: cortes de juros são gatilhos clássicos para ciclos de alta. E tudo indica que o próximo está bem diante dos nossos olhos — com data marcada para a reunião do FOMC em dezembro.

Com a inflação controlada e a política de aperto monetário dando sinais de esgotamento, a nova onda de liquidez já está no radar dos grandes players. Especialmente com o fim do programa de "quantitative tightening" agendado para 1º de dezembro — outro fator que promete injetar capital fresco nos mercados.

É nesse cenário que as criptomoedas voltam a brilhar. E não estamos falando apenas do Bitcoin. Altcoins como World Liberty Financial e Bitcoin Cash já mostram força incomum, enquanto projetos em pré-venda começam a atrair atenção por seu potencial de multiplicação.

E não é exagero: o próprio ETF de Bitcoin à vista registrou US$238 milhões em entradas só na última sexta. Quem está fora, começa a repensar suas estratégias. Quem já está posicionado, respira aliviado. Mas quem sabe ler o timing, entende: o grande movimento ainda está só começando.

Este é o tipo de cenário que acende alertas em quem busca multiplicar capital. Com os juros prestes a cair e a liquidez voltando com força, o palco está montado para os tokens certos decolarem — principalmente os que ainda estão em fase de pré-venda, com preços baixos e alto potencial de explosão.

Bitcoin Hyper — O motor invisível da nova explosão do Bitcoin

 

O Bitcoin Hyper já não é mais apenas uma promessa — é uma pré-venda em ritmo acelerado, com mais de US$ 28,3 milhões arrecadados e tração real vinda de investidores institucionais e baleias cripto.

O Bitcoin Hyper ($HYPER) é simplesmente a primeira Layer-2 funcional da história construída sobre o Bitcoin. Na prática, isso significa que o ecossistema BTC — até hoje limitado a ser apenas uma reserva de valor — agora ganha vida com staking, DeFi, NFTs, dApps e altíssima velocidade.

O que torna o HYPER tão poderoso?

  • Staking com recompensas agressivas: 41% de retorno estimado.
  • Ecossistema completo: bridge, explorer, carteira, staking e integração com memes e pagamentos.
  • Alta compatibilidade com dApps desenvolvidos em SVM.

E o mais importante: o HYPER não depende da alta do BTC para valorizar. Ele amplifica o movimento, atuando como a infraestrutura que viabiliza a nova geração de aplicações sobre a blockchain mais confiável do mundo.

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MaxiDoge — A memecoin insana que já deixou o Dogecoin no retrovisor

 

Com uma proposta absurda, narrativa 100% “degen” e uma estética agressiva que mistura memes, hype e alavancagem, o MaxiDoge já ultrapassou US$ 4,1 milhões arrecadados em sua pré-venda.

Por que o MaxiDoge está explodindo?

  • Recompensas de staking estimadas em 73% ao ano.
  • 10 bilhões de tokens já alocados em staking.
  • Marketing agressivo: 40% do capital arrecadado vai direto para campanhas e visibilidade global.

O MaxiDoge se posiciona como o verdadeiro “Dogecoin 2.0” — mas com mais ousadia e um roadmap voltado para exagero, staking, memes, loja própria e até bridge multichain.

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PepeNode — A mineração meme-to-earn que resolve o maior problema do setor

 

O PepeNode elimina o maior obstáculo da mineração tradicional: o alto custo com hardware, energia elétrica e manutenção.

Você simplesmente monta sua própria plataforma virtual de mineração, combina servidores, melhora instalações e ganha memecoins de forma automatizada.

Com mais de US$ 2,1 milhões já arrecadados na pré-venda, o PepeNode é um sistema completo com:

  • Modelo “mine-to-earn” com recompensas em tokens como $PEPE, $FARTCOIN e outras moedas meme.
  • Staking de até 589%
  • Compra e upgrade de Meme Nodes — suas "mineradoras virtuais".

Se você busca um ativo que mistura jogo, staking agressivo e mecânica deflacionária, o PepeNode é, sem dúvida, uma das apostas mais ousadas e promissoras da nova altseason.

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Oportunidade real, tempo limitado: o mercado está virando agora

O Fed já sinalizou: os juros devem cair em dezembro. Isso significa mais liquidez, mais apetite por risco e mais capital migrando para ativos com alto potencial de valorização — como os projetos em pré-venda de criptomoedas apresentados aqui.

O Bitcoin já reagiu, retomando os US$ 87 mil e indicando que o fundo pode ter ficado para trás. E se a história se repetir, como sempre acontece, são as apostas mais ousadas que vão sair na frente — especialmente quem souber identificar a melhor criptomoeda para investir hoje.

Mas essa janela não fica aberta por muito tempo. Cada fase dessas pré-vendas traz aumento de preço e escassez maior de tokens. Quem entende o jogo, age antes.

>>> Garanta sua posição agora — antes que o mercado acorde <<<

Este texto não é um conselho de investimento, é uma tentativa de manter os entusiastas de criptomoedas cientes dos desenvolvimentos recentes. Quem optar por investir em algum ativo mencionado em qualquer texto o faz por sua conta e risco.