A crítica mais recente do Financial Times ao Bitcoin (BTC) foi uma bomba de verdade ou só mais uma repetição daquele argumento velho de que a maior cripto “não consegue operar como moeda”?
Se houver qualquer verdade nessa preocupação, o Bitcoin Hyper (HYPER) , a Layer-2 mais rápida construída sobre o Bitcoin, é justamente o projeto que está tentando virar essa narrativa de cabeça para baixo, finalmente colocando o BTC para trabalhar de verdade.
O argumento do Financial Times se apoia na ideia de elasticidade da oferta, dizendo que o Bitcoin não pode operar como dinheiro porque sua oferta não consegue se contrair quando a demanda cai. Mas isso erra o alvo do problema macroeconômico real: o Bitcoin não é “ineficiente” por ter oferta fixa. Ele é ineficiente porque sua utilidade está estagnada.
Hoje, o BTC praticamente não tem por onde circular: não existe um ambiente de alta velocidade para transações nem um ecossistema amplo em que ele atue como meio de troca no dia a dia.
O Bitcoin Hyper muda essa equação ao criar um ambiente de alta capacidade, onde o BTC se movimenta com velocidade de nível Solana, mas ainda liquida tudo na camada base do Bitcoin. Nesse modelo, o BTC deixa de ficar parado — ele passa a alimentar aplicações descentralizadas, fluir por uma camada de execução SVM e se tornar efetivamente gastável, sem abrir mão da segurança da rede principal.
Investidores iniciais ainda podem participar da construção desse sistema garantindo seus tokens HYPER, o token nativo que movimenta pagamentos de gas, staking e governança em todo o ecossistema, e já arrecadou mais de US$ 28,6 milhões.
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Bitcoin em queda retoma a pergunta: o BTC algum dia vai funcionar como uma moeda?
Paul Donovan, economista-chefe do UBS Global Wealth Management, publicou um artigo de opinião no Financial Times que reviveu o ceticismo histórico do jornal em relação ao Bitcoin, justamente no momento em que o mercado entrava em uma das correções mais fortes do ano.
Depois de cair das máximas de outubro para a faixa dos US$ 80 mil, o BTC voltou para o centro das críticas de comentaristas do mercado tradicional, que insistem que o ativo não consegue funcionar como moeda.
A tese central de Donovan é a seguinte: durante a queda recente de 35% no preço do Bitcoin, o ativo teria experimentado algo como “900% de inflação anualizada”, o que, segundo ele, provaria que uma moeda de oferta fixa não consegue se contrair quando a demanda desaba.
A preocupação gira em torno da chamada “inelasticidade da oferta na queda” — a ideia de que, como o Bitcoin não consegue destruir parte da oferta ou apertar as condições monetárias em momentos de crise, ele nunca conseguiria se estabilizar como meio de troca.
Moedas tradicionais, argumenta Donovan, podem ser controladas por bancos centrais, com alta de juros, remoção de liquidez ou medidas cambiais. O Bitcoin, por outro lado, simplesmente absorve a volatilidade, deixando o usuário exposto a oscilações bruscas, sem nenhuma ferramenta de política monetária para amortecer os impactos.
Essa crítica ganhou força à medida que o desempenho do BTC em novembro frustrou muitos investidores. O preço rompeu suportes importantes, as saídas de capital dos ETFs aceleraram e a volatilidade disparou, enquanto as ações dos EUA, por sua vez, subiam com a reabertura do governo e um novo clima de otimismo macroeconômico.
Essa divergência reforça a preocupação de Donovan: se o Bitcoin não consegue reagir a choques de demanda, como poderia operar de forma confiável como moeda?
O problema é que essa visão parte de duas premissas questionáveis. Primeiro, que o Bitcoin precisa continuar confinado à camada base lenta, focada em liquidação e com pouca capacidade transacional. Em segundo lugar, que a demanda por BTC tem de vir apenas de fluxo de investimento ou da narrativa de reserva de valor.
É justamente aí que a crítica tradicional começa a desmoronar. O “problema” do Bitcoin nunca foi a oferta fixa, mas a ausência de um ambiente escalável onde o BTC possa realmente se movimentar. A camada base nunca foi desenhada para atividade econômica de alta frequência, mas sim para liquidação incorruptível.
Esse vácuo existe há 16 anos — e o Bitcoin Hyper é o primeiro projeto que tenta fechar essa lacuna de forma significativa.
Bitcoin Hyper transforma o BTC de colateral estático em moeda funcional

O Bitcoin Hyper enfrenta diretamente a limitação estrutural destacada por Donovan ao dar ao Bitcoin algo que ele nunca teve em escala: um ambiente de execução onde o BTC possa circular livremente, com baixo custo e em alta velocidade.
Em vez de tentar forçar a camada base a lidar com transações do dia a dia, o Bitcoin Hyper ancora a liquidação no Bitcoin, mas move a atividade para uma camada de execução com performance de Solana.
Na prática, o sistema funciona com uma ponte canônica: o BTC é bloqueado na cadeia principal e uma versão wrapped (tokenizada) é cunhada dentro do ecossistema Hyper.
Esse BTC wrappedd vira o meio de troca entre as aplicações rodando em SVM, movimentando-se com velocidade similar à da Solana, mas ainda liquidando de volta na rede Bitcoin para garantir segurança e finalidade.
Assim, o Bitcoin deixa de ficar preso como colateral de reserva de valor de baixa rotação. Ele entra em um ciclo ativo de utilidade: transita por protocolos DeFi, jogos, aplicativos sociais e até aplicações ligadas ao mundo real — sempre lastreado 1:1 em BTC na camada base.
Com isso, some precisamente o problema de “inelasticidade na queda” descrito por Donovan. À medida que mais aplicações são construídas e utilizadas, a demanda por BTC passa a ser função da utilidade, não apenas do humor macroeconômico ou de fluxo especulativo.
Quanto mais o ecossistema cresce, mais BTC circula e mais forte se torna essa força de equilíbrio natural — algo que simplesmente não existe na camada base do Bitcoin.
Resumindo: o Bitcoin Hyper não muda a oferta do Bitcoin, mas muda a velocidade de circulação do ativo. E é exatamente essa “velocidade” que tantos críticos alegam que falta ao BTC.
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Como comprar HYPER
Até agora, o Bitcoin Hyper já arrecadou US$ 28,6 milhões em sua pré-venda, chamado ppor muitos de a a melhor criptomoeda para investir hoje. Para participar como investidor inicial, basta comprar HYPER diretamente no site oficial do projeto, usando SOL, ETH, USDT, USDC, BNB ou até cartão de crédito.
Você também pode aumentar imediatamente sua posição em HYPER fazendo staking pelo protocolo nativo do projeto, que atualmente oferece 60% de APY (rendimento anualizado).
O Bitcoin Hyper recomenda o uso da Best Wallet, amplamente considerada uma das melhores carteiras cripto do mercado, onde o HYPER já aparece listado na ferramenta de descoberta de novos projetos “Upcoming Tokens”, facilitando comprar, acompanhar e futuramente reivindicar os tokens após o lançamento, junto com outras novas criptomoedas de destaque.
Este texto não é um conselho de investimento, é uma tentativa de manter os entusiastas de criptomoedas cientes dos desenvolvimentos recentes. Quem optar por investir em algum ativo mencionado em qualquer texto o faz por sua conta e risco.



