domingo, 30 de novembro, 2025

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Financial Times diz que Bitcoin não pode funcionar como moeda, mas Bitcoin Hyper pode mudar isso

O Financial Times voltou a criticar o Bitcoin como moeda, mas o Bitcoin Hyper promete resolver essa limitação com velocidade e utilidade reais

sexta, 28 de novembro, 2025 - 08:35

Redação MyCryptoChannel

A crítica mais recente do Financial Times ao Bitcoin (BTC) foi uma bomba de verdade ou só mais uma repetição daquele argumento velho de que a maior cripto “não consegue operar como moeda”?

Se houver qualquer verdade nessa preocupação, o Bitcoin Hyper (HYPER) , a Layer-2 mais rápida construída sobre o Bitcoin, é justamente o projeto que está tentando virar essa narrativa de cabeça para baixo, finalmente colocando o BTC para trabalhar de verdade.

O argumento do Financial Times se apoia na ideia de elasticidade da oferta, dizendo que o Bitcoin não pode operar como dinheiro porque sua oferta não consegue se contrair quando a demanda cai. Mas isso erra o alvo do problema macroeconômico real: o Bitcoin não é “ineficiente” por ter oferta fixa. Ele é ineficiente porque sua utilidade está estagnada.

Hoje, o BTC praticamente não tem por onde circular: não existe um ambiente de alta velocidade para transações nem um ecossistema amplo em que ele atue como meio de troca no dia a dia.

O Bitcoin Hyper muda essa equação ao criar um ambiente de alta capacidade, onde o BTC se movimenta com velocidade de nível Solana, mas ainda liquida tudo na camada base do Bitcoin. Nesse modelo, o BTC deixa de ficar parado — ele passa a alimentar aplicações descentralizadas, fluir por uma camada de execução SVM e se tornar efetivamente gastável, sem abrir mão da segurança da rede principal.

Investidores iniciais ainda podem participar da construção desse sistema garantindo seus tokens HYPER, o token nativo que movimenta pagamentos de gas, staking e governança em todo o ecossistema, e já arrecadou mais de US$ 28,6 milhões.

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Bitcoin em queda retoma a pergunta: o BTC algum dia vai funcionar como uma moeda?

Paul Donovan, economista-chefe do UBS Global Wealth Management, publicou um artigo de opinião no Financial Times que reviveu o ceticismo histórico do jornal em relação ao Bitcoin, justamente no momento em que o mercado entrava em uma das correções mais fortes do ano.

Depois de cair das máximas de outubro para a faixa dos US$ 80 mil, o BTC voltou para o centro das críticas de comentaristas do mercado tradicional, que insistem que o ativo não consegue funcionar como moeda.

A tese central de Donovan é a seguinte: durante a queda recente de 35% no preço do Bitcoin, o ativo teria experimentado algo como “900% de inflação anualizada”, o que, segundo ele, provaria que uma moeda de oferta fixa não consegue se contrair quando a demanda desaba.

A preocupação gira em torno da chamada “inelasticidade da oferta na queda” — a ideia de que, como o Bitcoin não consegue destruir parte da oferta ou apertar as condições monetárias em momentos de crise, ele nunca conseguiria se estabilizar como meio de troca.

 

 

 

Moedas tradicionais, argumenta Donovan, podem ser controladas por bancos centrais, com alta de juros, remoção de liquidez ou medidas cambiais. O Bitcoin, por outro lado, simplesmente absorve a volatilidade, deixando o usuário exposto a oscilações bruscas, sem nenhuma ferramenta de política monetária para amortecer os impactos.

Essa crítica ganhou força à medida que o desempenho do BTC em novembro frustrou muitos investidores. O preço rompeu suportes importantes, as saídas de capital dos ETFs aceleraram e a volatilidade disparou, enquanto as ações dos EUA, por sua vez, subiam com a reabertura do governo e um novo clima de otimismo macroeconômico.

Essa divergência reforça a preocupação de Donovan: se o Bitcoin não consegue reagir a choques de demanda, como poderia operar de forma confiável como moeda?

O problema é que essa visão parte de duas premissas questionáveis. Primeiro, que o Bitcoin precisa continuar confinado à camada base lenta, focada em liquidação e com pouca capacidade transacional. Em segundo lugar, que a demanda por BTC tem de vir apenas de fluxo de investimento ou da narrativa de reserva de valor.

É justamente aí que a crítica tradicional começa a desmoronar. O “problema” do Bitcoin nunca foi a oferta fixa, mas a ausência de um ambiente escalável onde o BTC possa realmente se movimentar. A camada base nunca foi desenhada para atividade econômica de alta frequência, mas sim para liquidação incorruptível.

Esse vácuo existe há 16 anos — e o Bitcoin Hyper é o primeiro projeto que tenta fechar essa lacuna de forma significativa.

Bitcoin Hyper transforma o BTC de colateral estático em moeda funcional

 

O Bitcoin Hyper enfrenta diretamente a limitação estrutural destacada por Donovan ao dar ao Bitcoin algo que ele nunca teve em escala: um ambiente de execução onde o BTC possa circular livremente, com baixo custo e em alta velocidade.

Em vez de tentar forçar a camada base a lidar com transações do dia a dia, o Bitcoin Hyper ancora a liquidação no Bitcoin, mas move a atividade para uma camada de execução com performance de Solana.

Na prática, o sistema funciona com uma ponte canônica: o BTC é bloqueado na cadeia principal e uma versão wrapped (tokenizada) é cunhada dentro do ecossistema Hyper.

Esse BTC wrappedd vira o meio de troca entre as aplicações rodando em SVM, movimentando-se com velocidade similar à da Solana, mas ainda liquidando de volta na rede Bitcoin para garantir segurança e finalidade.

Assim, o Bitcoin deixa de ficar preso como colateral de reserva de valor de baixa rotação. Ele entra em um ciclo ativo de utilidade: transita por protocolos DeFi, jogos, aplicativos sociais e até aplicações ligadas ao mundo real — sempre lastreado 1:1 em BTC na camada base.

Com isso, some precisamente o problema de “inelasticidade na queda” descrito por Donovan. À medida que mais aplicações são construídas e utilizadas, a demanda por BTC passa a ser função da utilidade, não apenas do humor macroeconômico ou de fluxo especulativo.

Quanto mais o ecossistema cresce, mais BTC circula e mais forte se torna essa força de equilíbrio natural — algo que simplesmente não existe na camada base do Bitcoin.

Resumindo: o Bitcoin Hyper não muda a oferta do Bitcoin, mas muda a velocidade de circulação do ativo. E é exatamente essa “velocidade” que tantos críticos alegam que falta ao BTC.

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Como comprar HYPER

Até agora, o Bitcoin Hyper já arrecadou US$ 28,6 milhões em sua pré-venda, chamado ppor muitos de a a melhor criptomoeda para investir hoje. Para participar como investidor inicial, basta comprar HYPER diretamente no site oficial do projeto, usando SOL, ETH, USDT, USDC, BNB ou até cartão de crédito.

Você também pode aumentar imediatamente sua posição em HYPER fazendo staking pelo protocolo nativo do projeto, que atualmente oferece 60% de APY (rendimento anualizado).

O Bitcoin Hyper recomenda o uso da Best Wallet, amplamente considerada uma das melhores carteiras cripto do mercado, onde o HYPER já aparece listado na ferramenta de descoberta de novos projetos “Upcoming Tokens”, facilitando comprar, acompanhar e futuramente reivindicar os tokens após o lançamento, junto com outras novas criptomoedas de destaque.

Este texto não é um conselho de investimento, é uma tentativa de manter os entusiastas de criptomoedas cientes dos desenvolvimentos recentes. Quem optar por investir em algum ativo mencionado em qualquer texto o faz por sua conta e risco.

Criptomoedas

O crash cripto acabou? Probabilidade de corte de juros em dezembro muda o jogo

MaxiDoge e PepeNode disparam com alta do Bitcoin e juros em queda

terça, 25 de novembro, 2025 - 08:59

Redação MyCryptoChannel

Mercado em queda enquanto Bitcoin, Ethereum e o dólar reagem à sinalização do Fed sobre corte de juros

Continue Lendo...

A maré virou — e não é força de expressão. Na sexta-feira, 21 de novembro de 2025, o mercado financeiro foi sacudido por um dado crucial: as chances de um corte de juros nos Estados Unidos já chegam a 70%, segundo projeções da CME FedWatch. Apenas um dia antes, essa probabilidade era de 39%. O motivo? Um discurso contundente do presidente do Fed de Nova York, John Williams, sinalizando apoio claro à flexibilização monetária ainda este ano.

Esse movimento não é apenas técnico. É o tipo de virada que muda completamente o jogo para ativos de risco — e, claro, para o universo cripto.

Basta ver o reflexo imediato: o preço do Bitcoin, que havia recuado até US$80.500, reagiu com força e retomou a zona dos US$87 mil, ultrapassando novamente a média móvel simples de 100 semanas. Um movimento que reacende o fôlego comprador e sugere que o pior já passou.

A pergunta agora não é mais se o crash cripto acabou — mas sim: quem vai estar posicionado antes da retomada total?

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Corte de juros em dezembro pode iniciar um novo bull market

Se você acompanha o mercado, sabe: cortes de juros são gatilhos clássicos para ciclos de alta. E tudo indica que o próximo está bem diante dos nossos olhos — com data marcada para a reunião do FOMC em dezembro.

Com a inflação controlada e a política de aperto monetário dando sinais de esgotamento, a nova onda de liquidez já está no radar dos grandes players. Especialmente com o fim do programa de "quantitative tightening" agendado para 1º de dezembro — outro fator que promete injetar capital fresco nos mercados.

É nesse cenário que as criptomoedas voltam a brilhar. E não estamos falando apenas do Bitcoin. Altcoins como World Liberty Financial e Bitcoin Cash já mostram força incomum, enquanto projetos em pré-venda começam a atrair atenção por seu potencial de multiplicação.

E não é exagero: o próprio ETF de Bitcoin à vista registrou US$238 milhões em entradas só na última sexta. Quem está fora, começa a repensar suas estratégias. Quem já está posicionado, respira aliviado. Mas quem sabe ler o timing, entende: o grande movimento ainda está só começando.

Este é o tipo de cenário que acende alertas em quem busca multiplicar capital. Com os juros prestes a cair e a liquidez voltando com força, o palco está montado para os tokens certos decolarem — principalmente os que ainda estão em fase de pré-venda, com preços baixos e alto potencial de explosão.

Bitcoin Hyper — O motor invisível da nova explosão do Bitcoin

 

O Bitcoin Hyper já não é mais apenas uma promessa — é uma pré-venda em ritmo acelerado, com mais de US$ 28,3 milhões arrecadados e tração real vinda de investidores institucionais e baleias cripto.

O Bitcoin Hyper ($HYPER) é simplesmente a primeira Layer-2 funcional da história construída sobre o Bitcoin. Na prática, isso significa que o ecossistema BTC — até hoje limitado a ser apenas uma reserva de valor — agora ganha vida com staking, DeFi, NFTs, dApps e altíssima velocidade.

O que torna o HYPER tão poderoso?

  • Staking com recompensas agressivas: 41% de retorno estimado.
  • Ecossistema completo: bridge, explorer, carteira, staking e integração com memes e pagamentos.
  • Alta compatibilidade com dApps desenvolvidos em SVM.

E o mais importante: o HYPER não depende da alta do BTC para valorizar. Ele amplifica o movimento, atuando como a infraestrutura que viabiliza a nova geração de aplicações sobre a blockchain mais confiável do mundo.

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MaxiDoge — A memecoin insana que já deixou o Dogecoin no retrovisor

 

Com uma proposta absurda, narrativa 100% “degen” e uma estética agressiva que mistura memes, hype e alavancagem, o MaxiDoge já ultrapassou US$ 4,1 milhões arrecadados em sua pré-venda.

Por que o MaxiDoge está explodindo?

  • Recompensas de staking estimadas em 73% ao ano.
  • 10 bilhões de tokens já alocados em staking.
  • Marketing agressivo: 40% do capital arrecadado vai direto para campanhas e visibilidade global.

O MaxiDoge se posiciona como o verdadeiro “Dogecoin 2.0” — mas com mais ousadia e um roadmap voltado para exagero, staking, memes, loja própria e até bridge multichain.

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PepeNode — A mineração meme-to-earn que resolve o maior problema do setor

 

O PepeNode elimina o maior obstáculo da mineração tradicional: o alto custo com hardware, energia elétrica e manutenção.

Você simplesmente monta sua própria plataforma virtual de mineração, combina servidores, melhora instalações e ganha memecoins de forma automatizada.

Com mais de US$ 2,1 milhões já arrecadados na pré-venda, o PepeNode é um sistema completo com:

  • Modelo “mine-to-earn” com recompensas em tokens como $PEPE, $FARTCOIN e outras moedas meme.
  • Staking de até 589%
  • Compra e upgrade de Meme Nodes — suas "mineradoras virtuais".

Se você busca um ativo que mistura jogo, staking agressivo e mecânica deflacionária, o PepeNode é, sem dúvida, uma das apostas mais ousadas e promissoras da nova altseason.

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Oportunidade real, tempo limitado: o mercado está virando agora

O Fed já sinalizou: os juros devem cair em dezembro. Isso significa mais liquidez, mais apetite por risco e mais capital migrando para ativos com alto potencial de valorização — como os projetos em pré-venda de criptomoedas apresentados aqui.

O Bitcoin já reagiu, retomando os US$ 87 mil e indicando que o fundo pode ter ficado para trás. E se a história se repetir, como sempre acontece, são as apostas mais ousadas que vão sair na frente — especialmente quem souber identificar a melhor criptomoeda para investir hoje.

Mas essa janela não fica aberta por muito tempo. Cada fase dessas pré-vendas traz aumento de preço e escassez maior de tokens. Quem entende o jogo, age antes.

>>> Garanta sua posição agora — antes que o mercado acorde <<<

Este texto não é um conselho de investimento, é uma tentativa de manter os entusiastas de criptomoedas cientes dos desenvolvimentos recentes. Quem optar por investir em algum ativo mencionado em qualquer texto o faz por sua conta e risco.

 

 

 

Criptomoedas

Competição revela: 90% dos traders de cripto terminam no prejuízo

Competição revela prejuízo de 90% dos traders de criptomoedas

sexta, 21 de novembro, 2025 - 20:12

Redação MyCryptoChannel

Moeda de Bitcoin em destaque ao lado de trader preocupado, simbolizando perdas e queda no mercado cripto.

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A volatilidade do bitcoin voltou a expor a fragilidade de grande parte dos traders iniciantes e experientes. Em uma competição simulada promovida pela Synthetix, quase 90% dos participantes encerraram as operações no negativo, reflexo direto da forte oscilação do BTC durante o torneio.

Pressão do mercado derruba competidores

O desempenho da competição acompanhou de perto o comportamento do bitcoin, que caiu 2,4% nesta quinta-feira (21), negociado a US$ 83.642. Nas mínimas, chegou a valer US$ 82.178, intensificando as perdas dos competidores.

A queda acentuada prejudicou até traders influentes, que representaram metade dos competidores; a outra metade era formada por usuários comuns da comunidade.

No início, cada participante recebeu US$ 100 mil fictícios. Mesmo assim, poucos conseguiram proteger o capital. O vencedor acumulou US$ 1,17 milhão em lucro, enquanto o último colocado registrou saldo próximo de zero.

Cenário adverso para o bitcoin

O comportamento do BTC segue pressionado por uma combinação de fatores: incerteza sobre a política monetária dos EUA, risco de shutdown do governo americano e dúvidas sobre os próximos passos do Federal Reserve.

As atas mais recentes do Fed mostraram divergências internas sobre o ritmo de cortes de juros, e o mercado passou a enxergar maior probabilidade de manutenção da taxa atual por mais tempo. Para os traders, esse ambiente aumenta a volatilidade e reduz a previsibilidade das operações.

Mercado global segue atento

A competição ganhou atenção nas redes sociais após a divulgação do ranking final. Apesar das perdas expressivas, nenhum competidor teve prejuízo financeiro real, já que todo o capital utilizado era simulado — um alívio diante da intensidade das quedas.

A experiência reforçou uma percepção antiga entre analistas: operar criptomoedas exige preparo emocional, disciplina e leitura constante do mercado. Sem isso, até traders experientes podem ser engolidos pela volatilidade.